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JARDIM MONTREAL: SECRETARIA DE MEIO AMBIENTE DE SERTÃOZINHO SE REÚNE COM POLÍCIA AMBIENTAL

1 maro 2021

Meio Ambiente

CASO JARDIM MONTREAL: SECRETARIA DE MEIO AMBIENTE DE SERTÃOZINHO TERÁ NOVA REUNIÃO COM POLÍCIA AMBIENTAL

CASO JARDIM MONTREAL: SECRETARIA DE MEIO AMBIENTE DE SERTÃOZINHO TERÁ NOVA REUNIÃO COM POLÍCIA AMBIENTAL

O objetivo da reunião, solicitada pela Prefeitura, é apresentar um plano de recuperação da área e obter a autorização para iniciar o trabalho

 

A Prefeitura de Sertãozinho, por meio da secretaria municipal de Meio Ambiente, participará amanhã, 02, de uma reunião com a Polícia Militar Ambiental, em Ribeirão Preto, para tratar do caso envolvendo a situação dos alagamentos em uma área de preservação permanente localizada no Jardim Montreal, que já é considerada um dos maiores crimes ambientais do estado de São Paulo atualmente.


O objetivo da reuniao é apresentar um plano de recuperação da área e obter a autorização para o SAEMAS iniciar o trabalho. O local se transformou em um pântano após fortes chuvas. A situação foi causada por uma obra realizada pelo Saemas em dezembro de 2020, ainda na antiga administração.


No início deste ano, um diagnóstico feito pela secretaria identificou o problema, que vem gerando transtornos aos moradores do Jardim Montreal e bairros vizinhos.

O Ministério Público, por meio do GAEMA (Grupo de Atuação Especial do Meio Ambiente) também notificou a prefeitura e deve se reunir com a secretaria de Meio Ambiente nos próximos dias para tratar do assunto.


Diante do problema, a prefeitura de Sertãozinho tem se colocado à disposição das instituições para solucionar o caso e o SAEMAS poderá ter de investir mais de R$ 1 milhão para resolver o transtorno provocado na área, que hoje atinge mais de 5 mil metros quadrados. “Foi uma obra de R$ 70 mil que, agora, vai custar ao Saemas, até R$ 1 milhão para consertar, devido à extensão e à gravidade. Temos uma obra feita de forma ilegal, sem licitação, sem licenças ambientais e sem autorização que está prejudicando os moradores daquele bairro e da cidade como um todo, já que estamos falando de danos ambientais. Falamos de um dos maiores crimes ambientais do estado de São Paulo e precisamos resolver isso o mais rápido possível”, comenta o secretário Ivan Mello.

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